Taxista justiceiro

Noite alta, um senhor bem vestido, chegando de viagem, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa. No caminho, vê uma senhora, também muito bem vestida, entrando numa Boate chamada “Dito e Feito”.

Reconhecendo a mulher, ele pede ao taxista que retorne à porta da boate. Tira do bolso um maço de notas e diz:

– Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro da boate aquela mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de pancadas, sem contemplações, porque aquela desgraçada é minha esposa.

O taxista, que andava numa `dureza daquelas`, aceita de cara e entra na Boate.

Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando, toda desgrenhada, e gritando todos os impropérios que se possa imaginar. O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro.

– Pare! Pare! O senhor errou. Como o senhor confundiu vermelho com verde? O senhor é daltônico?

Ao que o taxista retruca:

– Daltônico é o cacete! Esta é a minha… Já volto lá pra pegar a sua!!!

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